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Implante anticoncepcional é boa solução para mulheres que esquecem de tomar a pílula. Mas só deve ser indicado por ginecologistas

Sempre que possível, nós, da Faculdade Redentor, vimos aqui para lembrar a quem nos lê sobre a importância de cuidar adequadamente da saúde, a fim de que o bem-estar e a longevidade fiquem garantidos.

06

JAN

Hoje, vamos falar sobre o implante anticoncepcional.

Você já ouviu falar?

Trata-se de um método contraceptivo em forma de um pequeno tubo de plástico (que tem em torno de 4 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro)  colocado - pelo(a) ginecologista - embaixo da pele do braço da mulher.

Mas por que este método tem sido bastante indicado por ginecologistas?

Porque trata-se de uma boa alternativa para aquelas mulheres que - com frequência - esquecem de tomar a pílula anticoncepcional diariamente.
  
Além disso, já registrou eficácia superior a 99%.

Ao longo de 3 anos, o pequeno tubo vai liberando hormônio para o sangue da mulher, de forma contínua, impedindo, assim, ovulação e consequente concepção. 

Mas existem efeitos colaterais?

Sim, existem.

Alguns deles (já relatados por mulheres que usaram o método) são: sangramento fora do período menstrual e irregularidades no ciclo menstrual; acne e alterações de humor; dor nas mamas, de cabeça e no local do implante; diminuição da líbido; tonturas e náuseas, além de cistos nos ovários em alguns casos.

Vale lembrar, sempre, que o implante anticoncepcional deve ser prescrito - sempre - por um(a) médico(a) ginecologista. Isso significa que..? Nada de seguir o conselho de uma amiga que usou e gostou! Cada organismo é um organismo e tem características específicas.

E não custa lembrar, também, que o método só pode ser inserido e retirado pelo profissional de Medicina.

[Fonte: Tua Saúde]