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A mulher e a Educação Física: preconceito de gênero ainda pode ser sentido nos ambientes de trabalho

Parece inacreditável que, ainda, nos dias de hoje, em pleno 2017, tenhamos que debater sobre o preconceito de gênero, sobre o fato de mulheres serem consideradas menos hábeis em suas funções profissionais apenas por sua condição feminina.

07

JAN

Mas, infelizmente, é o que - ainda - acontece.

Vemos, todos os dias, na televisão que o planeta permanece padecendo - em rincões geograficamente distantes de nós - de sociedades marcadas pelo atraso e pelo machismo. Neles, mulheres são assassinadas apenas porque decidiram estudar e evoluir na vida.

Assistimos tais cenas e ficamos chocados. Nos perguntamos "como isso pode acontecer?".

Pois é, mas muitos dos que se chocam com o que acontece do outro lado do planeta não se dão conta de que estão fazendo o mesmo - em outra proporção - quando desconfiam da competência profissional de uma colega apenas pelo fato de ela ser mulher.

É a mesma coisa.

No meio da Educação Física, isso fica bem evidente. Não são poucos os casos de professoras e alunas que, no território da academia (até pouco tempo, dominado por homens), sentem-se incomodadas (e por que não dizer intimidadas?) com comentários machistas e olhares maliciosos.

Felizmente, hoje já vemos muitas mulheres atuando nas academias como professoras e personais, mas, assim como as alunas, elas também precisam - ainda - se preocupar com o tipo da roupa que estão usando e provar aos colegas homens que, sim, elas estudaram e são tão hábeis quanto eles para orientar alunos.

Ainda que não consigam levantar o mesmo peso que os homens.

[Fonte: Portal Educação Física]