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De olho na altura da criançada!

Nada pior do que, ao conviver com colegas, crianças (ou adolescentes) passem a ser apontados como os "tampinhas" da turma.

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JAN

Pois é, a altura que alguém pode atingir (ou deixar de alcançar) é capaz de criar problemas efetivos - leia-se o condenável bullying - e atrapalhar muito (e também) o desenvolvimento intelectual de alguém.
 
Mas será que a altura tem tanta importância assim na sociedade em que vivemos?

Pior que tem!

Pode reparar, em debates políticos na TV, candidatos que são mais baixos sempre fazem uso de  tablados para manter aparência mais alongada. E mulheres chegam a lançar mão de sapatos com saltos de até 20 centímetros em um esforço para dar um reforço à altura, ajustar a postura e conferir mais elegância.

Para homens, sem dúvida, a baixa estatura é - paradoxalmente - um altíssimo problema.

Mas você sabe o que influencia no tanto que alguém pode - ou não - crescer?

Nós te respondemos: problemas ambientais, genéticos, alimentares, a presença de infecções e outras muitas situações interferem, efetivamente, na estatura final de cada um de nós.

Para que você tenha conhecimento de como o crescimento humano se processa, no primeiro ano de vida crescemos - em média - 25 centímetros. No segundo ano, 15, e, a partir daí (e até a puberdade), "espichamos", em média, de 5 a 7 centímetros por ano. 

De olho nesses parâmetros abrangentes é possível acompanhar o crescimento de uma criança para saber se ela está se desenvolvendo adequadamente ou se - por algum problema - não está crescendo como se esperava.

A pessoa mais indicada para oferecer esta assistência é o(a) pediatra. Ele(a) vai fazer as curvas de peso e estatura em cada consulta e avaliar o que é chamado de "ritmo de crescimento". O procedimento serve como verificação para atestar se - como dissemos ali em cima - alguém está crescendo dentro do esperado ou se será preciso pesquisar algum porquê que esteja impedindo a evolução adequada.

[Fonte: Veja.com]