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Qual o trajeto que a carne percorre até virar bife no prato? Cresce, cada vez mais, o número de consumidores que querem saber

Partindo do princípio de que você não é vegetariano(a) / vegano(a), responda para nós: tem ideia de onde vem a carne que você come nas refeições?

Qual o trajeto que a carne percorre até virar bife no prato? Cresce, cada vez mais, o número de consumidores que querem saber

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Hoje já é possível apontar o celular para códigos de barras de embalagens de carne no supermercado e, com a leitura do código de barras, saber – exatamente – qual é a origem do alimento, quando o boi foi abatido a até a qual vacinação o rebanho foi submetido, sabia?

Tais informações fazem parte de monitoramento que começa ainda nas fazendas, com brincos que – instalados em cada animal – mandam dados para um software armazenado na nuvem.

Incrível o que a tecnologia pode fazer por nós, não?

Pois é, o recurso de identificação de procedência do alimento integra uma tendência que já atinge o agronegócio mundo afora: consumidores querem conhecer a origem da comida que põem na mesa.

Pesquisa realizada – recentemente – por uma consultoria da área de alimentação entrevistou 30.000 pessoas em 63 países e referendou o “movimento”. Os resultados trouxeram que a maioria prefere consumir um alimento que veio direto do fabricante. Ou que foi comprado de um vendedor que revela como é o seu processo de produção.  

No Brasil, o índice de preferência pelas empresas mais transparentes é de 74%. Está na média observada na América Latina, que só perde - pasme! - para a Ásia.

E tende a aumentar. Não só aqui como no mundo todo. O próprio enriquecimento da população mundial – traduzido por melhor nível educacional e mais acesso à tecnologia nos países emergentes – deve pressionar por uma produção que, cada vez mais, considere as boas práticas no processo de produção de alimentos.

[Fonte: Exame.com]