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Estudo americano rebate alerta brasileiro e afirma que o zika vírus não é transmissível pela saliva

Quando a notícia da epidemia da microcefalia no Nordeste do Brasil se espalhou, as manchetes dos noticiários colocaram duas palavras em nossas conversas do dia a dia: zika vírus.

Estudo americano rebate alerta brasileiro e afirma que o zika vírus não é transmissível pela saliva

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E começou então a corrida da Ciência para desenvolver uma vacina que bloqueie a ação da bactéria.

Aqui e no mundo todo é grande o número de pesquisadores que vêm se debruçados sobre experiências com o zika vírus e os dados revelados por elas.

A mais recente delas foi publicada na revista “Nature Communications”, por cientistas da Universidade do Wisconsin-Madison ( UW-Madison), nos Estados Unidos.

De acordo com as observações, foi confirmado que a saliva não é uma das formas de transmissão do vírus da zika.

Para chegar a tal conclusão, o grupo fez estudos com macacos e constatou que não é possível, por exemplo, passar o vírus com um beijo na boca ou compartilhando talheres.

Com o propósito da observação, os animais foram infectados com as cepas do vírus da zika que circulam nas Américas. As salivas dos primatas com e sem o vírus foram recolhidas (com um cotonete que foi passado em suas amígdalas).

A possibilidade da transmissão do zika vírus por meio da saliva havia sido levantada, em fevereiro de 2016, pela Fundação Oswaldo Cruz. Na ocasião, pesquisadores da instituição anunciaram a descoberta do vírus – em forma ativa – na urina e na saliva de dois pacientes. 

[Fonte: G1 // Bem Estar]