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Pesquisa avalia roupas íntimas – novas e usadas – e encontra bactérias e fungos, agentes efetivos para instalação de infecções no organismo

Eis uma das notícias do tipo que, quando a gente escuta, dá até um arrepio!

Pesquisa avalia roupas íntimas – novas e usadas – e encontra bactérias e fungos, agentes efetivos para instalação de infecções no organismo

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DEZ

Uma pesquisa feita em Campinas (SP) com roupas íntimas - calcinhas, cuecas e sutiãs - encontrou 10 mil bactérias e fungos nas peças usadas, após várias lavagens, e contaminação também nas novas, recém-compradas.

Que perigo!

O risco para a saúde pode ir desde alergias até infecções graves e incontinência urinária.

Para chegarem a tais conclusões, os pesquisadores da Faculdade Devry Metrocamp analisaram 52 peças (de homens e mulheres), sendo 27 novas - com contaminação em 85% por bactérias resistentes -, e 25 usadas - com risco de doenças em 92% delas.

A investigação se concentrou no forro das peças, a parte que fica mais em contato com o ânus e a região vaginal ou peniana.

É preciso prestar muita atenção e cuidar adequadamente da higienização dessas peças, já que, se a pessoa já tem uma predisposição, fez uma cirurgia ou está com uma ferida, por exemplo, pode desenvolver, dias depois, um desconforto.

A partir daí podem vir irritação e/ou ardência que, por sua vez, têm toda chance de desencadear quadro de infecção mais grave.

Mas como proceder – adequadamente – com esta assepsia?

Segundo os pesquisadores, o ideal é que as roupas íntimas não sejam lavadas com sabão em pó e muito menos com outros produtos, durante o banho, como sabonete e shampoo. A recomendação é que a lavagem seja feita com sabão neutro.

Na hora de colocar para secar, vale – também – cuidar para que as peças não estejam do lado do avesso. Por quê? Porque dessa forma correm o risco de serem contaminadas por insetos.

Tudo anotado?

[Fonte: G1 // Campinas e Região]