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Cresce entre os médicos o hábito do “menos é mais” na hora de tratar doenças. O intuito é tratar os pacientes sem colocá-los em riscos desnecessários

Você já ouviu falar sobre o movimento “Choosing Wisely”?

Cresce entre os médicos o hábito do “menos é mais” na hora de tratar doenças. O intuito é tratar os pacientes sem colocá-los em riscos desnecessários

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OUT

A tradução é “Escolha Sábia”. Trata-se de um programa – lançado há seis anos pela Fundação Americana de Medicina Interna – que defende a ideia de que “Menos é mais” e 

vem ganhando adeptos em todo o mundo

O cardiologista britânico Assem Malhotra (um dos maiores representantes desse movimento) explica que seus colegas, médicos em geral, muitas vezes pedem um monte de 

exames que o paciente pensa que são benéficos, mas que nem sempre são.

 E ele defende que pacientes criem o hábito de perguntar a seus médicos se o tratamento sugerido é realmente necessário, quais os riscos envolvidos e o que vai acontecer se 

elas não quiserem fazer. 

Duas mulheres com diagnósticos de câncer de tireoide e duas decisões diferentes são bons exemplos para você entender o movimento “Choosing Wisely”.

Uma passou por cirurgia, a outra não. Por que isso aconteceu?

Porque o tumor encontrado na segunda, bem pequeno, estava localizado no centro da glândula. Já no caso da primeira mulher, o problema foi descoberto em uma fase mais 

avançada e estava, também, nos linfonodos cervicais.

 No caso, as duas tinham indicação para cirurgia, porém a que tinha o tumor em fase inicial seguiu outro caminho.

E por que os médicos preferiram agir dessa forma?

Porque microcarcinomais como o referido têm um comportamento extremamente indolente. Eles não vão ter um crescimento significativo durante a vida e tratá-los em 

excesso pode – efetivamente – até trazer danos para o paciente

Um dos principais riscos da cirurgia é a retirada das paratireóides, quatro glândulas que ficam atrás da tireoide. Elas regulam todo o cálcio do nosso corpo.

[Fonte: G1// Bem Estar]