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Bebês sofrem mais com doenças respiratórias por conta da falta de anticorpos. Saiba como protegê-los

É fato. Basta mudar a temperatura para que as crianças pequenas sejam as primeiras a manifestar as consequências. É ou não é? Agora imagine essas variações climáticas ocorrendo, bruscamente, muitas vezes, em um mesmo dia? 

Bebês sofrem mais com doenças respiratórias por conta da falta de anticorpos. Saiba como protegê-los

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Os pequenos organismos – apesar de cheios de energia e “equipados” com um incrível metabolismo – não demoram, por conta disso, a apresentar problemas respiratórios. Isso acontece, dizem os médicos, porque bebês ainda não entraram em contato com vírus e bactérias para conseguir produzir anticorpos. É a chamada inexperiência imunológica.

Pediatras contam que, até os seis meses, crianças ainda contam com as proteções da mãe, herdadas do período gestacional. Passado este período – que coincide justamente com a época em que costumam começar a frequentar creches – os pequenos tornam-se muito vulneráveis ao contágio de diversas enfermidades.

E, no caso específico das doenças respiratórias, a primeira fase da infância desponta como época crítica porque a criança ainda está tomando as vacinas.

Ok, mas como fazer para evitar o risco de contágio em crianças muito pequenas, que ainda estão formando as defesas imunológicas?

Entre as dicas essenciais estão: amamentar o bebê (o leite materno conta com propriedades imunológicas que, nos primeiros meses de vida, carregam anticorpos protetores), manter em dia o cartão de vacinas, evitar ambientes não arejados e resguardar a criança do contato com pessoas resfriadas ou doentes, insistir para que o bebê ingira muito líquido, higienizar as mãos antes de tocar na criança e fazer a higiene nasal do (a) pequeno (a).

Completam a lista manter o ambiente limpo, evitar fumar em espaços nos quais a criança possa engatinhar ou brincar (isso reduz as chances de inalação de ácaros, vírus e bactérias) e, periodicamente, levar a criança para consultas com o pediatra.

 

[Fonte: G1 // Ciência e Saúde] 


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