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Passivhaus: design sustentável é bem eficaz contra a Covid-19

Casas Passivas (ou Passivhaus, em alemão), já ouviu falar?

Passivhaus: design sustentável é bem eficaz contra a Covid-19

26

JUN

Em 1991, em Darmstadt, cidade ao sul da região metropolitana de Frankfurt, na Alemanha, o físico Wolfgang Feist construiu a primeira casa passiva do mundo.

A casa para a qual Feist e sua família se mudaram obedecia a padrão de normas rigorosas que buscavam maximizar a eficiência energética de edifícios. O planeta ganhava ali um marco de transformação na área do Design e da Construção Civil, o que abriu caminho para obras mais sustentáveis e econômicas.

Para você entender, direitinho, o quem são as passivhaus, elas podem consumir até 87% menos energia e, mesmo assim, manter um excelente nível de aquecimento (ou refrigeração) no ambiente interno, sem deixar o conforto e a economia de lado.

Visto que, além de tudo isso, ainda reduzem a pegada ecológica deixada pela construção, fica claro que não só o bolso agradece muito, o meio ambiente também.

Em tempos de pandemia, as casas passivas podem ser ótimas soluções para a manutenção da boa saúde, sabia? É que, ao longo de décadas de aprimoramento, o modelo apresentou diversas soluções arquitetônicas e, para o momento atual, construções com sistema de ventilação com recuperação de calor são as mais indicadas.

Por quê?

Porque esse tipo de sistema traz ar fresco e limpo para dentro de casa, evitando a recirculação de ar que tanto preocupa especialistas em saúde (visto que aumenta o risco de contaminação pelo novo coronavírus).

Interessante, não?


[Fonte: Revista Galileu] 



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