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Pesquisadores exploram buraco azul no Golfo do México e encontram “explosão de vida”

Quando você pensa na imensidão do mar, o que imagina que exista em suas profundezas, hein?

Pesquisadores exploram buraco azul no Golfo do México e encontram “explosão de vida”

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OUT

Tá, a gente sabe que você já deve ter pensado em monstros gigantes, incríveis, inacessíveis.

Bom, nós vamos te dizer que sua imaginação – pelo menos no que tange ao “componente mistério” – não está tããão longe assim da realidade. A Terra ainda guarda segredos que estão fora do nosso alcance e muitos deles estão nos oceanos, que cobrem 70% do planeta.

Pois bem, um mistério bem interessante a ser desvendado é o universo dos "buracos azuis", formações geológicas criadas, naturalmente, ao longo de milhares de anos e que a exploração subaquática ainda não tinha conseguido acessar.

Não tinha conseguido.

Porque agora que um grupo de pesquisadores conseguiu descer até o buraco azul de Green Banana, no Golfo do México, tudo mudou.

Os buracos azuis, como adiantamos acima, são estruturas geológicas no oceano constituídas por rocha calcária, muito porosa, que tem muitos orifícios minúsculos. Com o passar dos séculos, o fluxo de água vai corroendo esta estrutura e criando rachaduras, fendas e cavernas que deixam um vazio (ou abertura).

 Visto que são muito profundos, tais buracos excedem os limites que o mergulho técnico consegue alcançar. Alguns deles têm como impeditivo as aberturas que – muito pequenas (de apenas 1,80m) – impedem o acesso com determinados equipamentos submersíveis.

Mas,voltando ao Green Banaba que já citamos, o que Emily Hall, a pesquisadora principal do projeto, encontrou por lá?

“Se você está nadando para longe dos buracos, é bastante árido. Não há muito no fundo do Golfo do México. Mas quando você chega perto deles, você vê corais moles e ervas marinhas, e quando você chega ao buraco, ele explode com vida, é realmente incrível", contou ela. 

"Não sou astronauta, mas é a coisa mais próxima de outro mundo", disse Marty Watson, mergulhador, que também fez a descida com outros colegas.

Pois bem, se há monstros incríveis lá embaixo – como a sua imaginação aí criou – só “sentindo” o encontro com eles mesmo para saber. 

Porque ver, vai ser um tanto difícil.

É que à medida que se desce, a diversidade de animais e plantas diminui e tudo – contam os pesquisadores – começa a ficar mais escuro e frio.

Nas palavras deles, “tudo muito surreal e diferente”.

Já imaginou “uma esbarrada” em um ser – aparentemente – de outro mundo, no fundo do mar?

Ufsss...


[Fonte: UOL // Meio Ambiente] 



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