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Parto prematuro: o alto índice de ocorrências no mundo faz médicos alertarem para os riscos de não fazer a prevenção adequada

Hoje a gente veio conversar com você sobre um assunto muito, muito sério.

Parto prematuro: o alto índice de ocorrências no mundo faz médicos alertarem para os riscos de não fazer a prevenção adequada

14

MAR

Sabia que quase 30 milhões de bebês – no mundo todo – nascem prematuros ou pequenos demais?

O número, alarmante, faz parte do relatório "Survive and Thrive: Transforming Care for Every Small and Sick Newborn" (Sobreviva e prospere: Transformando o cuidado para todos os recém-nascidos pequenos e doentes, em tradução livre), lançado no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Mas será que todas as mulheres sabem quais são – de fato – os fatores que afetam a gravidez e colocam a vida de tantos bebês em risco?

Especialistas apontam como principais motivações, a hipertensão arterial, o diabetes e as infecções.

A lista, no entanto, é longa e ainda traz infecções sexualmente transmissíveis, uso de drogas ilícitas e álcool, tabagismo, viroses e arboviroses, esnutrição significativa, obesidade, sedentarismo, estresse, gestação precoce, tardia e/ou múltipla, patologias autoimunes, cardíacas, renais, tireoidianas e neurológicas, além de um pré-natal mal feito. 

O maior problema do parto prematuro demais é que – por saírem da barriga da mãe muito cedo – as crianças ainda não estão 100% "prontas", o que as torna suscetíveis a uma série de complicações que podem causar prejuízos à saúde como um todo no curto, médio e longo prazo.

Reproduzimos aqui a recomendação dos profissionais de saúde: é fundamental que as mulheres iniciem o acompanhamento médico antes mesmo de engravidarem. Dessa forma poderão se preparar, adequadamente – física, orgânica e emocionalmente – para engravidarem nas melhores condições possíveis.


[Fonte: UOL Notícias // Ciência e Saúde]