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Pulseira que identifica emoções desenvolvida pela Amazon pode ser muito útil em ambientes corporativos

Leeeembra, há uns tempos atrás, quando fazíamos prognósticos a respeito do futuro – em tom sarcástico, de delírio – e dizíamos que, em algum momento da evolução tecnológica, nós, humanos, iríamos vestir roupas inteligentes, que nos ajudariam com o cotidiano e que, especialmente, detectariam nosso estado de humor?

Pulseira que identifica emoções desenvolvida pela Amazon pode ser muito útil em ambientes corporativos

11

JUN

Muito bem, estávamos falando do que hoje chamamos de wearable, palavra que resume o conceito das chamadas “tecnologias vestíveis”, ou seja, dispositivos tecnológicos que podem ser utilizados pelos usuários como peças do vestuário.

Uau! O futuro chegou!

E chegou com tudo!

Burburinhos – que não devem ser ignorados quando se trata de inovação tecnológica – dão conta de que a Amazon estaria trabalhando em um aparelho de pulso que é capaz de detectar nosso estado emocional.

O dispositivo seria emparelhado com um smartphone e usaria microfones para perceber as emoções transmitidas por meio da voz. 

Gente...Já imaginou?

Com base em documentos internos fica fácil concluir que a pulseira seria super útil – por exemplo – para oferecer sugestões sobre como interagir melhor com outras pessoas.

Olha que revolução!

Você está lá, no seu canto, eis que vem em sua direção – para entabular uma conversa – aquela pessoazinha desagradável com a qual você nunca sabe direito como se comunicar sem que haja algum conflito.

Pois é, ao que parece, a gigante do varejo citada lá no começo está trabalhando duro para que, diante de uma situação como essa, você confira o pulso e, a partir do que a engenhoca te orientar, saiba direitinho como driblar possíveis ruídos e consiga estabelecer uma comunicação adequada.

Que maravilha, hein?

Se, de fato, a tecnologia vestível estiver sendo desenvolvida vai ser um recurso maravilhoso para, por exemplo, “estabelecer a paz” dentro das empresas.

Como?

Simples, ué. Viu / ouviu, não curtiu, checou a pulseira, percebeu alteração emocional, reformulou – rapidamente – a forma de interagir e...

Bingo! 

É o fim das tretas corporativas!


[Fonte: https://canaltech.com.br]