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Avanço da tecnologia gera campo fértil para startups que atuam no segmento alimentação

O ato de comer – quem diria – também tem sido cada vez mais pautado pelos avanços da tecnologia. De que forma? Por meio da permanente transformação das maneiras de cultivar, produzir, transportar e escolher alimentos. E neste cenário, as startups exercem crescente protagonismo.

Avanço da tecnologia gera campo fértil para startups que atuam no segmento alimentação

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SET

Para entender melhor este “movimento”, uma aceleradora – a Liga Ventures – decidiu realizar um levantamento sobre o referido segmento no país.

Filtradas mais de 12 mil companhias brasileiras, por meio do Liga Insights Food Techs foram elencadas 332 startups atuantes na área da alimentação (e divididas em 16 áreas de atuação, de delivery a desenvolvimento de novos produtos, passando por conexão entre produtor local e consumidor e controle de desperdícios).

E a conclusão, de acordo com o relatório final, foi a de que o campo em questão é muito promissor. 

Os prognósticos não poderiam ser mais estimulantes: em 2022, o mercado de food techs deve chegar a um valor global de 980 bilhões de reais.

Alguns exemplos de sucesso de startups nacionais que atuam na área de alimentação são as que contemplam comida em casa e no trabalho (empresas que fornecem soluções para disponibilizar serviços e produtos na comodidade do lar ou do emprego), as que praticam “da fazenda para a cozinha” (o conceito farm-to-table, ou seja, a ideia de ligar produtores locais a consumidores em busca de comida fresca e cultivada de modo familiar) ou ainda as que atuam no campo do reaproveitamento de recursos (gerenciam resíduos e descartes e evitam desperdícios de alimentos).


[Fonte: Revista Saúde // Alimentação]


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